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Visão Akáshica – Kryon … ∞ Abrindo-se para um Akáshico Maior

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Já sabemos que o tempo é uma ilusão. Estamos vivendo eternamente no “agora”, mas este agora é, óbvio, uma ilusão, causada pelas limitações de nossa mente. Podemos acessar o passado através das nossas lembranças, e também podemos acessar (em raros momentos e de forma espontânea) um possível futuro, por meio de pré-cognições, “dejavu”, sincronicidades, etc. Quando entramos num estado de Samadhi, um êxtase místico, sentimos que não existe passado ou futuro, e nem mesmo uma separação entre você e os outros (uma planta, um animal ou outra pessoa). O que podemos concluir daí é que, no nosso planetinha de ilusões, não existe fim nem começo, pra quem “vê de fora“, atingindo um estado Búdico (O que não é motivo pra se revoltar, cruzar os braços e não fazer mais nada. O futuro é baseado em nossas tendências, nossa probabilidade de executarmos uma ação. Sejamos ação, então!).

Um exemplo dessa possível “visão Akáshica” poderia estar abaixo: uma garotinha passa por diversos tipos de emoções num período de 1 dia (ou 1 ano, não importa). Uma vez que alguém possa acessar os arquivos Akáshicos vai rever todas as mudanças linearmente, mas podendo acessar de um ponto qualquer, como num DVD. Um Buda (iluminado) poderia (em tese) ter uma visão completa (vendo tudo ao mesmo tempo), afinal ele não está limitado pela mente (que cria a ilusão de linearidade), e de quebra ainda poderia acessar as possibilidades futuras pra aquela pessoa.

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Poderíamos também enveredar pela teoria dos universos paralelos, em que cada ponto da imagem pode ter dado origem a outras sensações, outros sentimentos, que não o linear, e essa é uma possibilidade científica! Teríamos então uma outra garotinha num universo paralelo que NÃO chorou, e ainda outra, em outro universo, que permaneceu de nariz empinado por mais um tempo. Quem sabe? Eu não sei, mas a possibilidade existe…

Do “lado de lá” é possível acessar os registros Akáshicos, mas, se formos ver pelos livros espíritas, parece ser uma coisa da minoria (seres com maior poder de concentração). Os que não dominam a “arte” podem ter acesso a alguns esses registros nas bibliotecas, como a jovem Patrícia, do livro Violetas na Janela, que descreve uma sala de vídeo para pesquisas:
“É um galpão enorme repartido em salas, conforme o assunto a ser ventilado. São lugares confortáveis e agradáveis. Há em cada uma das salas vários e eficientes computadores que podem ser ligados por controle remoto. Na frente de cada aparelho há dez poltronas muito bonitas e confortáveis. Comparando, podemos dizer que estas salas são uma mistura de cinema-televisão-computadores aperfeiçoados. Mas o que mais gostei foi usar este processo para ver, conhecer as obras de Allan Kardec. Vemos imagens dele e de sua equipe encarnada e desencarnada trabalhando em cada obra. Allan Kardec estudando, pesquisando, sendo orientado pelos benfeitores que o ajudaram. Ver São Luiz, Santo Agostinho e tantos outros me fascinou.

Ela não “entrou” no tempo pra ver essas cenas. Alguém as reproduziu através do pensamento, e de alguma forma (holografia?) armazenou isso no “computador”. Aliás, toda a tecnologia do lado de lá (inclusive roupas) é plasmada pelo pensamento, porque a matéria é tão maleável que é facilmente modificada (se tem gente que entorta colher aqui, com essa matéria densa, imagine lá…).

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Oráculo por duas vezes disse que em breve vai ser criado aqui um tipo de aparelho, que vai deixar o computador tão obsoleto quanto a TV ficou com a chegada do computador (eu desconfio que seja esse “computador” do livro!). Explicou que o que temos aqui são cópias grosseiras da tecnologia do plano espiritual, e que os cientistas do “lado de lá” encarnam aqui com a idéia (inconsciente, claro) de reproduzir a tecnologia de lá aqui na Terra, e fazem o possível com o que dispõem de recursos. A tecnologia aqui está chegando num ponto em que isso será finalmente possível, e essa nova máquina será operadas pelo pensamento. Quase 1 mês depois dela falar isso, saiu na net a notícia da primeira tela de PC holográfica, em que a pessoa podia manipular os objetos no ar. E também a notícia dos implantes nos macacos, que conseguiam assim controlar pelo pensamento um braço biônico (uma mistura dessas duas tecnologias poderia proporcionar essa máquina, num futuro próximo).

Mas, voltando aos Arquivos Akáshicos, sempre que eu aprendo essas teorias “malucas”, eu tento ver pelo lado prático: por que o pessoal do “lado de lá” não dá uma mãozinha à justiça, pra tornar o nosso mundo um lugar mais decente? Seria fácil para os espíritos evoluídos ver nos Arquivos Akáshicos e, através de um médium, dedurar criminosos, estupradores, etc, não é mesmo? (É a mesma coisa dos alienígenas: Se eles existem, por que raios não pousam logo na Casa Branca, ou fazem uma visitinha à Torre Eifel e dão uma entrevista à CNN?). Mas eles não o fazem, pois seria interferir no “experimento ” a que somos submetidos, que nem ratos. Seria assim violar as regras da “prisão”. As coisas ruins que acontecem não são planejadas diabolicamente por eles (nem as boas), e sim acontecem por “alquimia”, influenciadas pelo nosso livre arbítrio. Peças num tabuleiro de xadrez, que se cruzam uma vez e, dependendo de como elas se moverem, podem acabar matematicamente predestinadas a se encontrar de novo. Causa e efeito, norteando a evolução, como explica Mikhaël Aïvanhov:

“Para os seres humanos, a existência é apenas uma série de necessidades que eles são impelidos a satisfazer… Necessidade de comer, de beber, de dormir, de se abrigar, de trabalhar, de passear, de ler, de escutar música, de encontrar pessoas, de amar, de refletir, de admirar… não acabam mais! A Inteligência cósmica decidiu assim para que a humanidade se desenvolva em todas as direções e em todos os planos. Assim que nasce uma nova necessidade, ao mesmo tempo surge um novo problema para o qual é preciso encontrar uma nova solução. Toda a nossa vida, portanto, é uma série de exercícios e de experiências que devemos fazer para encontrar as melhores soluções com o objetivo de percorrer o caminho da evolução.”

Publicado em 12 de set de 2016   Kryon por Lee Carroll em Indianápolis, Indiana, EUA, 21/08/2016.
Tradução: Gustavo Amorim.
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Namastê, Edgar Martins.

Fonte : Saindo da Matrix

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