Influencias Magnéticas da Lua

A evolução humana é cíclica (=Que volta por intervalos regulares) e em forma de espiral (=curva aberta que descreve várias voltas em torno de um centro)., e isto faz a humanidade retornar sempre aos mesmos pontos já percorridos, embora abrangendo-os (=atingindo-os)de planos cada vez mais altos.
Qualquer acontecimento em nosso mundo, mesmo a materialização  de um  elétron na órbita atômica, deve primeiramente ser pensado na Mente
Divina. Como há ritmos que disciplinam os elétrons em suas órbitas no seio do átomo, também existem os seus equivalentes que orientam os cursos dos astros no seio do cosmo. Por isso, existe a afirmação:”como é o microcosmo, assim é o macrocosmo”. O que se dá desde o carma de um elétron em torno do núcleo atômico até o de uma constelação estelar? Desde o impulso progressivamente contínuo, que há no seio de um simples mineral, até a coordenação “psico-física” que conduz uma nação a constituir a humanidade angélica. Existe um imenso sopro de energias astrais que se escoam dos orbes, na forma de poderosas correntes de vida-magnética e se intercambiam na pulsação de suas almas vitais.
Essa poderosa corrente de forças vitais, flui (=passa) de orbe para orbe e que incorpora ou se adelgaça (= torna-se menos denso), expandindo-se ou reduzindo-se conforme a influência de outros planetas, aquém ou além de nossa morada planetária. O panorama (=vista geral) de um sistema de planetas em torno de um sol, surpreende (= espanta) ante a reciprocidade (=sintonia) assombrosa dos poderosos rios de energias que se formam e se despejam de astro para astro, na forma de canais fulgurantes (=brilhantes)
de magnetismo cósmico. E que a ciência anota-lhes a existência no tipo de
energia gravitacional.

As sementes da couve (=planta lunar) recolhidas astrologicamente, produzem ação vermífuga nos parasitas agitados pelo “crescente”.
As folhas da couve (=ou o suco extraído das mesmas) aliviam a furunculose periódica e agravada pelo astral da lua. O sal da planta margarida, colhida, especificamente, em “bom aspecto lunar”, antigamente era usada pelos sábios para resolver a desobstrução da vesícula e eliminação da estase (=parada da circulação de um líquido orgânico = sangue, etc.). biliar.
A violeta amarela, cuja decoccão (=ação de ferver plantas num líquido, a fim de lhes extrair os princípios ativos) é rica de “seiva- lunatizada “, quando colhida de madrugada, era usada pelos sábios para curar os perigosos acessos de “aploplexia-lunática”.
A planta denominada “nenúfar” (=gênero de plantas aquáticas tipo aguapé), conhecida popularmente como “bandeja-d’água” é um vegetal catalisador de fluxo lunar e pode curar fluxos leucorréicos, blenorrágicos ou catamênicos. Os médiuns de efeitos físicos são fortemente atuados pelo fluido lunar, que é um dos responsáveis pela integridade astral da substância ectoplásmica exsudada (=segregar em forma de gotas) pelo
sistema nervoso do ser humano.

As plantas são poderosos condensadores vegetais (=reduzir a menor volume) que sugam e absorvem as mais variadas energias do meio ambiente, desde as radiações do Sol até o magnetismo da lua.
As plantas conhecidas como lunares são vigorosos condensadores ou transformadores, principalmente, porque dão melhor agasalho ao fluido que captam e absorvem, por isso devem ser empregadas na cura de enfermidades que se casam com as más influências da lua, pois são portadoras de um poder dissolvente, atômico, no campo magnético, capaz de dispersar (=espalhar)  o “quantum” maléfico projetado pelo próprio astro. Essa terapêutica (=maneira de tratar as doenças) recorda o processo da homeopatia, em que “os semelhantes curam os semelhantes”.
As plantas lunares devem ser colhidas quando estão fundamentalmente fartas do magnetismo lunar, ou seja, devem ser colhidas antes de o sol nascer,  pois o astro rei dissolve o magnetismo e influência da lua, depositado na planta durante a noite.
.As plantas solarianas (=estão sob a influência do Sol.) devem ser colhidas, de preferência, nas horas em que elas se encontram mais impregnadas (=absorvem mais) de magnetismo do sol.
O magnetismo da lua, na ação da força gravitacional, regula o crescimento da vegetação.
Certos vegetais podem apresentar dupla ação terapêutica: as folhas servem para determinados furúnculos, eczemas ou erisipelas, enquanto que as raízes são utilizadas para certos banhos terapêuticos, indicados para moléstias do reto ou surtos hemorroidais.
O bom ou mau aspecto lunar está relacionado com o fluxo ou refluxo da
“pulsação-magnética-astral” da terra, num mútuo (=duas coisas que atuam uma sobre a outra) intercâmbio (=troca) que é benéfico, balsâmico(=que
ameniza) e curativo, em certas horas, e que, em outras horas se torna
maléfico (=causa mal),  coercitivo (=repressor) e patogênico (=produz doenças) às plantas ou aos seres cuja sensibilidade psico-nervosa os torna verdadeiros condensadores (= mais concentrados).
As pessoas precisam saber colher as plantas nas horas de bom aspecto lunar, isto é, na ocasião em que a sua projeção astral seja balsâmica (= suaviza os sofrimentos) ou  curativa. Do contrário, as plantas tornam-se completamente inócuas (= que não causa dano, inofensiva) na aplicação
terapêutica (= tratamento das doenças), por terem sido colhidas no momento exato da neutralidade astral, ou seja, quando coincide a colheita com o momento em que não há carga benéfica ou
maléfica.
Na verdade, o que tem importância na utilização do vegetal é a maior quantidade de seiva que exista nas folhas ou nas raízes, na hora de sua aplicação. Assim, desde que se queiram utilizar as folhas,  estas devem
ser colhidas no “máximo crescente lunar” em que a força poderosa da lua esteja sustentando toda a seiva à superfície do vegetal. Entretanto, quando se trata de raízes, devem ser elas arrancadas no “máximo minguante lunar” quando essa mesma seiva desce completamente para as raízes.
Assim, no crescente lunar, a seiva está no “alto” dos arvoredos ou hortaliças, daí que as arvores cortadas no “crescente” bicham facilmente, porque os carunchos(=cupim, gorgulho, etc.) que estavam na seiva,
em subida, perfuram o lenho (=tronco) para sair ao ar livre.
Nas épocas hibernais (=paralisia, falta de energia no inverno) em que as folhas caem, a seiva está repousando nas raízes, que assim se tornam fertilíssimas. Desta forma, as cenouras, quando semeadas contra a estação lunar, reproduzem-se na forma de buquês de folhas e ramos, enquanto que os tubérculos (= caule=batata ou raiz=mandioca) destinados à alimentação nascem mirrados e estéreis (=que não produz frutos, improdutivo) para replantação Os sertanejos costumam dizer que os melhores meses para o corte da madeira (ou poda das árvores) são os que não possuem em sua
grafia (=representação escrita de uma palavra) a letra “R”, que por coincidência, são o período do “grande minguante”: maio, junho, julho e agosto. Nossa ciência médica, cujos laboratórios fabricam diariamente centenas de preparados com base na fitoterapia (=tratamento com remédios de origem vegetal) não levam em consideração a colheita dos vegetais no que diz respeito ao magnetismo astral da lua e a colheita feita em bom aspecto lunar , ou seja, na hora do fluxo benéfico (como se dá no uso das folhas ou das raízes). Por isso, centenas de preparados favorecem o fracasso farmacológico,porque destilam inúteis cadáveres vegetais cujas folhas e raízes estão destituídas (=necessitado, carente) de energia magnética astral ou de seiva vitalizante (=dar vida nova).
Para que se possa processar (= realizar) a cura desejada, o que importa é colher o vegetal em toda sua plenitude (=estado do que está completo) energética, pois, o Divino Químico, que é Deus, quando formulou os planos para a criação dos mundos, fixou as matrizes (matriz = local onde
algo se gera ou cria) definitivas de todas as coisas e seres. Existem,
pois, em a natureza plantas e vegetais especificamente terapêuticos para cada surto (= aparecimento repentino) patogênico (= que gera doença). Há vegetais que se destinam especialmente à cura de certas doenças, o que importa, pois, é colher o vegetal em toda a sua plenitude energética, para que se possa processar(=realizar) a cura desejada. A Terra é um
gigantesco corpo vital, com vida própria, espécie de poderoso magneto (=ímã)condensador (=concentrador) que recepciona (=recebe) as correntes
vitais do sol e as que se refletem no campo etéreo da lua.
Os fluxos de energias solares são positivos; passam pelo norte, em direção ao oriente-ocidente; As  correntes lunares são negativas e seguem do ocidente para o oriente, fazendo sua passagem pelo sul.
Nosso planeta fica no turbilhão deste gigantesco intercâmbio de forças cósmicas, no vórtice (=redemoinho que pode surgir numa corrente) desse cruzamento vital, e os seus reinos e setes sofrem as ações radiativas e astrais, que interpenetram e influenciam especificamente cada tipo de mineral, planta, flor, animal, ave ou ser humano.
Os fenômenos concretos que a ciência estuda não passam de efeitos
daquilo que primeiramente se processou (=cumpriu-se) na intimide do imponderável (=diz-se de qualquer coisa que não tem peso revelável como a luz, a eletricidade, um corpo muito leve). Tudo se move das regiões
éteres interiores para depois se configurar em aspectos materiais e fluxos de energias perceptíveis (=que pode ser percebido ou compreendido pelos sentidos). à experimentação do raciocínio humano. Todas as auras radiativas, etéricas astrais,  dos orbes ( = globo, mundo) circunvizinhos à terra, entram em relação contínua, interferem e se influenciam reciprocamente. Poderosas correntes de energias desconhecidas, manifestam-se em nosso mundo. Então, tudo vive, agita-se, liberta-se ou se expande. E esse maravilhoso potencial transforma a bolota em carvalho ou o pinhão em gigantesca árvore, operando também, no seio dos planetas e dos sóis, a fim de conduzi-los para o raciocínio humano.

O verão é uma estação conhecida sob a designação de “grande crescente” em cuja época, o magnetismo perispiritual se torna mais ativo  e então as unhas, os cabelos e os pelos crescem mais rapidamente do que no inverno.
Os cabelos cortados no inverno (=minguante lunar), em perfeita harmonia com o tempo de poda da vegetação comum, tornam-se vigorosos.
Se os cabelos forem cortados no verão perderão grande quantidade de seiva, que sobe mais vigorosamente e depois fará falta ao vigor da cabeleira.

Muita Luz

Edgar Martins

Fonte: http://www.sobrenatural.org/relato/detalhar/16720/influencias_magneticas/

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