Disfunções Glandulares e os Chacras Parte II

7o CHAKRA – CORONÁRIO (COROA)

– Localização: No topo da cabeça. E o portal da espiritualidade, do reconhecimento da existência de Deus em nós, no outro e em todo o universo.

– Representa a relação que temos com a espiritualidade e com o universo.

– Constitui o cume do aumento da energia para a superfície, o local da realização.

– É a união das atividades espirituais, a canalização das energias dos planos superiores por tanto é um receptáculo da visão no sentido divino.

– Equilíbrio da epífise e hipófise. Equilíbrio do sistema nervoso.

Desequilíbrio:

– Física: é o equilíbrio do SNC (depressão, sono, problemas neurológicos)

– Emocional: coerência, auto-estima, sensação de solidão, sensação de estar perdido, egocentrismo, etc.

Tratamento

– Geralmente encontramos as hipofunções

– Tratar as glândulas SR e tireóides quando em disfunções

– TCS e membranas intracranianas: normalizar todas compactações  e/ou as      lesões sacras

– Liberar a fossa posterior do crâneo

– Normalizar os seios cavernosos e CV4

– Técnicas de normalização da epífise.

– Normalização da OAA com técnicas de inibição.

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Liberação artéria vertebral
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Normalização da epífise
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Normalização da epífise

Glândula hipófise ou pituitária

Glândula Hipófise ou Pituitária é uma glândula endócrina localizada na sela túrcica do esfenoide e é recoberto pela tenda da hipófise e lateralmente por uma pequena circunferência da tenda do cerebelo e as paredes do seio cavernoso. Se liga ao hipotálamo através do pedículo hipofisário ou infundíbulo. A hipófise é uma glândula que produz numerosos e importantes hormônios, por isso antigamente era reconhecida como glândula-mestre do sistema nervoso. Hoje sabe-se que grande parte das funções desta glândula são reguladas pelo hipotálamo.

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A hipófise é vascularizada pelas artérias hipofisárias superior e inferior, provenientes da artéria carótida interna. A drenagem venosa se faz pelas adenohipofisárias queque drenam para os sinus cornonários e cavernosos e as jugulares.

Constitui a integração principal entre os sistemas nervosos, endócrinos e é o sistema simpático.

Recebe informações de várias regiões do encéfalo: sistema límbico, córtex, tálamo, sistema reticular e dos sinais sensoriais dos órgãos internos, do sistema visual e das experiências dolorosas e emotivas.

A sua função endócrina corresponde a região anterior e uma função reguladora do comportamento.

Regula as funções de fome, sede, respiração, temperatura e pressão corporal.

Coordena e harmoniza todas as funções de nossos tecidos.

Os hormônios tróficos ou trópicos atuam sobre outras glândulas endócrinas regulando suas secreções. O sistema nervoso central manifesta seu controle sobre a hipófise através do hipotálamo via ligações nervosas ou substâncias parecidas com hormônios conhecidas como fatores de liberação no sexo.

Os hormônios tróficos são classificados em:

Tireotrópicos: atuam sobre a tireóide.

Adrenocorticotrópicos: atuam sobre o córtex da glândula adrenal (supra-renal).

Gonadotróficos: atuam sobre as gônadas masculinas e femininas.

Somatotróficos: atuam no crescimento, promovendo o alongamento dos ossos e estimulando a síntese de proteínas e o desenvolvimento da massa muscular. Também eleva o consumo de gorduras e inibe a síntese de insulina do pâncreas, aumentando a concentração de glicose no sangue.

Adeno-hipófise:

  • Hormônio do crescimento (somatotrofina): atua sobre as cartilagens de crescimento dos ossos; controla parte do metabolismo de gorduras, proteínas e carboidratos.
  • Adrenocorticotrópico (ACTH): estimula a secreção dos hormônios córticosupra-renais.
  • Hormônio folículo-estimulante (FSH): estimula a formação do folículo de Graaf do ovário, dos túbulos seminíferos do testículo e também estimula a espermatogênese.
  • Hormônio luteinizante (LH): regula a produção e liberação de estrogênio, progesterona e de testosterona.
  • Prolactina: estabiliza a secreção do estrogênio e progesterona e estimula a produção de leite.
  • Tirotrofina: estimula as tiróides e a formação de tiroxina.
  • Mamotroficas: prolactina

Porção intermédia:

  • Estimuladora de melanócitos (MSH): regula a distribuição dos pigmentos.

Neuro-hipófise:

  • Ocitocina: atua no útero favorecendo as contrações no momento do parto, e em nível mamário facilita a secreção do leite.
  • Vasopressina (ADH): regula a contração dos vasos sangüíneos, regulando a pressão e ação antidiurética sobre os túbulos dos rins.

OBS: Atualmente são comprovadas que as lentes oculares ou óculos, a oclusão e a placa oclusal, são fatores muito comuns das lesões das SEB.

Hiperfunção

Dependendo das emoções ocorre a liberações de algumas glândulas:

  • TSH: opressão na garganta, palpitações, tremores hiperexcitação
  • FSH: sinais de hiperestrogenismo
  • ACTH:calafrios, sudores frias, palpitações, depressão  na região suprarrenal com espasmo musculares e entumecimento. Sustos (hiperadrenia).
  • LH: sudores frias, hiperseborréia, transtornos menstruais, excesso de pilosidade nos membros inferiores nos homens.
  • Pode desencadear disfunções de várias glândulas.

Hipofunção

  • A insuficiência se manifesta principalmente nas suprarrenais e tireóides.
  • Cansaço, intemperança, metabolismo lento, hiper sonolência, perda de cabelo
  • Sinais de insuficiência das suprarrenais: hipotensão, hipoglicemia, exaustão repentina, cansaço físico e psíquico que aumenta com durante o dia.
  • Dificuldade de tomar decisão
  • As vísceras tem tendência a relaxar-se, o tecidos estão mais flácidos
  • Tono psíquico geralmente baixo
  • Dificuldade para suportar as mudanças de estação
  • Transtornos de libido e problemas de fertilidade.

6º CHAKRA – TERCEIRO OLHO

– É a base da consciência, a identidade profunda, as aspirações e as inclinações naturais do indivíduo.

– Representa a maneira de como entramos em contato como mundo exterior e de como expressamos a nossa personalidade.

– É a fonte da inteligência, do controle, da sabedoria.

– Dá acesso a uma visão mais profunda da vida, sua ativação completa representa a máxima união do corpo e espírito.

– Coordena os 2 hemisférios do cérebro.

Desequilíbrio:

– Físico: sinusites, dores cervicais, dores de cabeça crônicas, transtornos oculares.

– Fisiológico: idéias obsessivas, pensamentos recorrentes, transtornos de sono, confusão mental e dificuldade para fazer escolhas.

– Imaginação perturbada, realidade distorcida.

– Risco de negar tudo que lhe parece irracional.

Tratamento

  • O ritmo de flutuação da SEB, em relação a hipófise, nos mostrará o nível de função da glândula.
  • Ritmo SEB rápido nos indica uma hiperfunção ou ritmo mais lento uma hipofunção.
  • Correções da SEB: as disfunções e ossos da face
  • O.M. porção petrosa do temporal (carótida e sinus venoso) e ATM
  • Sacro
  • C1/C2/C3: (inervação simpática da hipófise) As técnicas estruturais estimulam mais a hipófise.
  • Normalização das artérias carótidas interna e externa, a artéria hipotalâmico-hipofisária.
  • A função fluídica se normalizará em função do ritmo e amplitude do movimento.
  • As técnicas de V-Spread podem ser utilizadas para estimular e reativar a glândula em hipofunção.
  • Estas técnicas devem ser utilizadas após a correção óssea e membranosa.
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 Liberação artéria carótida interna
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Normalização da SEB
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Normalização da hipófise

Namastê,

Edgar Martins

CONTINUA …

Fonte: http://www.portalosteopatia.com.br/osteopatia-nas-disfuncoes-glandulares/

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