Disfunções Glandulares e os Chacras Parte III

Tireóides

Tireoide (termo derivado da palavra grega “escudo”, devido ao seu formato) é uma das maiores glândulas endócrinas do corpo. Ela é uma estrutura de dois lobos localizada no pescoço (em frente à traqueia) e produz hormônios, principalmente tiroxina (T4) e triiodotironina (T3), que regulam a taxa do metabolismo e afetam o aumento e a taxa funcional de muitos outros sistemas do corpo. O iodo é um componente essencial tanto do T3 quanto do T4. A tireoide também produz o hormônio calcitonina, que possui um papel muito importante na homeostase do cálcio. O hipertireoidismo (tireoide muito ativa) e hipotireoidismo (tireoide pouco ativa) são os problemas mais comuns da glândula tireoide.

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A sua função é regular o nível de energia ativa do corpo. Regula o metabolismo em função as necessidades do organismo. Com estresse ou ao esforço, controla e mobiliza as reservas energéticas do corpo para que as respostas de adaptação sejam eficazes.

As principais funções da tireóide são: aumentar a temperatura corporal para uma melhor regulação metabólica, favorece o crescimento dos ossos, os dentes e o sistema nervoso hormonal com o hormônio de crescimento, aumenta as funções vitais de nossos órgãos comuns como músculos, coração, tubo digestivo melhorando as capacidades digestivas e de trânsito.

Paratireóides

As glândulas paratireóides são, tipicamente, quatro glândulas endócrinas que se situam posteriormente à glândula tireóide. Podem, por vezes, estar embebidas na mesma. As quatro podem ser descritas como um par de paratireóides superiores e um par de inferiores, atendendo à sua localização relativa. É também comum a presença de mais do que quatro paratireóides, podendo existir seis ou mesmo oito. Estas glândulas produzem paratormona/hormona paratireóideia (PTH), a principal hormona da regulação da concentração de cálcio no sangue.

O hormônio da paratireóide aumenta a absorção de vitamina D e a síntese de 1,25(OH)2 Vitamina D; e absorção intestinal de cálcio, o que se traduz num incremento rápido e sustentado da quantidade de cálcio no sangue. Também tem influência na concentração sanguínea de fosfato, aumentando a excreção renal deste íon pela diminuição da sua reabsorção nos túbulos renais.

O hormônio da paratireóide (PTH ou paratormônio) é um hormônio secretado pelas glândulas paratireóides. Ele atua aumentando a concentração de cálcio no sangue, ao passo que a calcitonina (um hormônio produzido pelas células parafoliculares da tireóide) atua diminuindo a concentração de cálcio.

O paratormônio estimula a atividade osteolítica (destruidora do cristal do osso) dos osteoclastos e a osteólise osteolítica (reabsorção de cálcio e fosfato em osso ainda não mineralizado); aumenta a absorção renal de cálcio; aumenta a absorção de vitamina D e a síntese de 1,25(OH) 2 Vitamina D; e absorção intestinal de cálcio, o que se traduz num incremento rápido e sustentado da quantidade de cálcio no sangue.

Também tem influência na concentração sanguínea de fosfato, aumentando a excreção renal deste íon pela diminuição da sua absorção nos túbulos renais e isso pode ser fatal.

As tireóides e paratireóides tem relação com os ligamentos esternopericários, vertebropericárdios, charneira cérvicotorácica, gânglio estrelado e cervical médio, músculos supra e infrahióideos e base occipital.

São vascularizadas pelas artérias tireóideas superiores que são derivadas das artérias carótidas externas e das artérias tireóideas inferiores derivadas da artéria subclávia. Devido á isto é essencial liberar estas artérias com as técnicas Osteopáticas Arterial.

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Os músculos suprahióideos tem relação com a língua e com o diafragma pélvico, nas disfunções em relação a sexualidade e o vaginismo, inicialmente temos que trabalhar o diafragma hioideo, devido a relação inicial com o aleitamento materno.

A parede visceral das tireóides estão relacionadas com os músculos esterno-tireóides, omo-hióides, tiro-hióides e ECOM e também os escalenos. A parede vascular também é comprimida pelos dois planos musculares. Estas estruturas miofasciais põem levar a uma diminuição da vascularização.

As tireóides estão envolvidas pelas fáscias cervicais médias e profundas, posteriormente tem uma relação importante com estruturas vasculares que sustentam a carótida por dentro, a jugular por fora, o nervo vago por trás e os nervos recorrentes que sobem para cada lado da traquéia.

Este tubo se insere através da capa peri-faríngea, no alto da base do occipital e prossegue caudalmente até o mediastino, por uma lâmina tiro-pericárdica por uma capa profunda.

Posterointerna a tireóide se fixa a traquéia, a faringe e ao esôfago.

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Possíveis causas de disfunções tireóide e/ou de produção de rT3:

  • Estresse e emoções fortes. A não-expressão de si mesmo, não poder fala, um conflito com noção de tempo, ser pressionado a fazer as coisas mais rápido ou não.
  • As enfermidades crônicas
  • Intoxicação por metais pesados principalmente com o mercúrio
  • Deficiência mineral, particularmente de selênio e depois iodo, ferro, zinco e cobre todos antagonistas.
  • Deficiência de selênio indica principalmente uma diminuição de conversão de T4 em T3.
  • Diminuição de ferritina, falta de vitamina B12
  • Baixa quantidade de progesterona pode levar a um hipotireoidismo à longo prazo.
  • Baixo índice de cortisol indica que as reservas das SR estão esgotadas
  • Resistência à insulina indica uma hipofunção pancreática
  • Fígado e rins são afetados em sua função.
  • Contaminações orgânicas e ambientais.
  • Alergia a glúten
  • Infecção severa que leva a uma pneumonia.

Hiperfunção

  • Fobia, sudoreses e sudorese nas mãos
  • Taquicardia em repouso
  • Tremores internos
  • Tremores nas mãos
  • Nervoso, irritabilidade, idéias fixas
  • Dificuldade de engordar
  • Aumento de apetite
  • Insônia
  • Tendência a diarreias (carência de minerais e vitimina B, simpaticotomia)

Hipofunção

  • Desânimo, baixa temperatura corporal de 0,5 C,
  • Bradicardia
  • Cansaço, sonolência diurna (estresse endócrino geral)
  • Queda de cabelo
  • Cefaléias, sobretudo de manhã que diminui durante o dia https://herenapotheek.nl/
  • Náuseas (fígado intoxicado, hipoglicemia, debilidade das SR)
  • Dificuldade para concentrar-se, pensamentos confusos.
  • Hioglucemia e diminuição do apetite (pâncreas)
  • Constipação (carências de fibras, ácidos grasos essenciais, simpaticotomia).
  • Irritabilidade, ansiedade e depressão.
  • Pele seca e infiltrada por líquidos, congestão do sistema linfático e edema dos tecidos.
  • Rouquidão, alergias, zumbidos e tinidos
  • Diminuição da força física: as contrações musculares são menos eficientes e dores musculares aos esforços.

5º CHAKRA : GARGANTA

– Situado na base do pescoço, localiza-se na garganta.

– Está associado ao mundo da comunicação, expressão, audição e todos os usos do som e da palavra. Quando expandido, podemos expressar sentimentos de forma clara, harmoniosa e bela, evocando realidades superiores. É responsável pelo rejuvenescimento e longevidade. É a passagem, o caminho que as emoções contidas no coração necessitam atravessar para serem harmonizadas, conduzindo à expressão do seu poder e vontade.

– Rege a glândula tireóide – hipotálamo, aparelho brônquico e vocal, pulmões e canal alimentar.

– As suas funções incluem a criatividade, receptividade, habilidade para comunicar, discurso, som, vibração, comunicação viagra from india.

– Este Chakra indica como qualidades e lições a aprender: poder da palavra falada, verdadeira comunicação, expressão criativa no discurso, na escrita, nas artes. Integração, paz, verdade, conhecimento, sabedoria, lealdade, honestidade, confiança, amabilidade, gentileza. Pode manifestar como qualidades negativas, se a pessoa estiver funcionando numa baixa vibração, as seguintes características: problemas na comunicação e/ou discurso, excesso de uso insensato do conhecimento, ignorância, falta de discernimento, depressão e problemas da tiróide.

Tratamento

  • Globalmente:
  • SEB, sacro e normalização do ritmo crâneosacro
  • Diafragma
  • Fígado e rins para transformação de T4 em T3
  • Tratamento de outras glândulas em desequilíbrio
  • Tensões fasciais superiores e inferiores
  • C0/C1, C2/C3  SEB
  • C5/C6 (gânglio estrelado) T1/T2 e articulações dos níveis relacionados
  • Normalização da artéria carótida e artérias tireóideas, X PC, nervo laríngeo superior e o recorrente
  • Normalização estrutural das cervicais e dorsais altas
  • Normalização da motilidade da tireóide.
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Liberação da artéria carótida
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Normalização dos supra hioideos
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Liberação da artéria torácica inferior
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Normalização da fáscia cervicotorácica
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Liberação da artéria subclávia
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Correção da OAA
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Liberação da tireóide

Timo

O timo é um órgão linfático que está localizado na porção antero-superior da cavidade torácica. Limita-se superiormente pela traquéia, a veia jugular interna e a artéria carótida comum, lateralmente pelos pulmões e inferior e posteriormente pelo coração. É vital contra a autoimunidade. Ao longo da vida, o timo involui (diminui de tamanho) e é substituído por tecido adiposo nos idosos, o que acarreta na diminuição da produção de linfócitos T.

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Função

Em termos fisiológicos, o timo elabora uma substância, a timosina, que mantém e promove a maturação de linfócitos e órgãos linfóides como o baço e linfonodos. Existe ainda uma outra substância, a timina, que exerce função na placa mioneural (junção de nervos com músculos) e, portanto, nos estímulos neurais e periféricos, sendo grande responsável por uma doença muscular chamada miastenia grave.

Externamente, o timo é envolto por uma cápsula de tecido conjuntivo, de onde partem septos que dividem o órgão em numerosos lóbulos. Cada lóbulo apresenta uma capa, o córtex, que é mais escura e uma polpa interior, a medula, que é mais clara. Tanto a zona cortical quanto a medular apresentam células de estrutura epitelial misturadas com um grande número de linfócitos T, possuidores dos marcadores OKT-6 de timócitos e, ocasionalmente, células B e macrófagos. Já na medula, a densidade é menor, fato explicado que células produtoras de anticorpos nascem na porção medular, migrando depois para a região cortical, onde podem evoluir para macrófagos.

O timo em situação de estresse agudo pode sofrer uma atrofia, podendo chegar a metade do seu tamanho em 24 horas.

Com elação ao nível energético, será o primeiro órgão afetado por uma alteração emocional. Sua atividade será influenciada pela nutrição, relações sociais e postura do indivíduo.

Sua inervação simpática é realizada pelo gânglio estrelado e a parassimpática o nervo vago.

Sua vascularização é realizada pela artéria trabecular (após a artéria torácica interna e as ramas da artéria tireóidea inferior).

Hipofunção

  • Diminuição da imunidade: tendência a contrair facilmente enfermidades contagiosas, virais, bacteriana e micóticas.
  • Sinais de cansaço, infecções de recuperação lenta, candidíases sistêmicas, infecções vaginais de repetição. Alergias
  • Assimetria no funcionamento dos dois hemisférios cerebrais que geram estresse inapropriadas com domínio de um hemisfério sobre o outro.

Hiperfunção

  • Enfermidades autoimunes que podem afetar as articulações, rins, coração, as células do sangue ou qualquer outro tecido do organismo.
  • Asma urticária, eczema, renitis, artrite reumatoide, lúpus e possivelmente diabetes

O Timo e a Psique

O timo equilibrado é capaz de controlar os linfócitos para que atuem em harmonia com o seu interior. Ajuda a diferenciar entre aquilo que nos pertence e o que nos agrade.

Em alguns casos o timo fabrica os anticorpos para limitar ou acelerar o crescimento das outras glândulas endócrinas.

Pessoas que desenvolvem doenças autoimunes tem tendência a serem pessoas que de ter preocupações com os outros. As pessoas podem sentirem-se sobrecarregada até ao ponto de se auto agredirem.

Psicologicamente e energicamente, há uma relação entre o amor e como se posiciona perante a ele.  É o centro do Ying-Yang e feminino-masculino. Ajuda a equilibrar os dois hemisférios e também o sistema simpático e parassimpático.

4CHAKRA – CORAÇÃO

– Função: compaixão. A paz interior. Cor turquesa

– Emite vibrações similares as ondas de rádio e afeta todos os outros chakras.

– O Chakra do Coração é sobre o amor, a bondade e a afeição. Quando está aberto, você é piedoso e amigável, e você trabalha em relacionamentos harmoniosos.

– Quando seu Chakra do Coração é sob-ativo, você é frio e distante.

– Se este chakra for sobre-ativo, você está sufocando as pessoas com seu amor e este provavelmente tem razões completamente egoístas.

– O Chakra do timo é o equilíbrio da felicidade, paz e amor incondicional.

Tratamento

Globalmente: liberar OAA, esterno e tensões da cadeia central que estão sobre o timo como a bainha visceral do pescoço, tireóide, coração, pericárdio e também o diafragma.

– Percussões esternais para estimular o timo

– Normalização da mobilidade e motilidade do timo

– Equilíbrio esterno-torácico e a cadeia central para normalizar a função

– Anel torácico e dorsais altas e médias, utilizando técnicas de estimulação ou inibição.

– Nervo vago, artérias torácicas internas e tiroidianas inferiores.

– Prescrever atividades cruzadas.

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Liberação do anel torácico
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Percussões sobre o Timo
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Liberação artéria torácica interna

Baço

O baço é um órgão do corpo humano, de forma oval, pesando cerca de 150 g, situado na região hipocôndriaca esquerda, à esquerda e atrás do estômago, por cima do pólo superior do rim esquerdo. Possui uma face diafragmática (que se relaciona com o diafragma) e uma face visceral (que se relaciona com o estômago, o cólon transverso e o rim esquerdo).

É o maior dos órgãos linfáticos e faz parte do sistema reticuloendotelial, participando dos processos de hematopoiese (produção de células sanguíneas, principalmente em crianças) e hemocaterese (destruição de células velhas, como hemácias senescentes – com mais de 120 dias). Tem importante função imunológica de produção de anticorpos e proliferação de linfócitos ativados, protegendo contra infecções, e a esplenectomia (cirurgia de retirada do baço) determina capacidade reduzida na defesa contra alguns tipos de infecção. É um órgão extremamente frágil, sendo muito suscetível à ruptura, em casos de trauma ou ao crescimento (esplenomegalia) em doenças do depósito e na hipertensão portal.

O órgão se caracteriza por duas funções, a linfoide e a vascular, formando a polpa branca ou polpa lienal que é composta por folículos linfáticos, circundados pela polpa vermelha.

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Funções do Baço

O baço controla, armazena e destrói células sanguíneas. Trata-se de um órgão esponjoso, macio e de cor púrpura, quase do tamanho de um punho e localizado na região superior esquerda da cavidade abdominal, logo abaixo das costelas. O baço funciona como dois órgãos: a polpa branca faz parte do sistema de defesa (sistema imune) e a polpa vermelha remove os materiais inúteis do sangue (p.ex., hemácias defeituosas). Certos leucócitos (linfócitos) produzem anticorpos protetores e têm um papel importante no combate às infecções. A polpa vermelha contém outros leucócitos (fagócitos) que ingerem o material indesejável (p.ex., bactérias ou células defeituosas) do sangue circulante.

A polpa vermelha controla os eritrócitos, determina quais são anormais ou velhos demais ou lesados e não funcionam adequadamente, e os destrói. Consequentemente, a polpa vermelha é algumas vezes denominada cemitério de eritrócitos. A polpa vermelha também serve como depósito de elementos do sangue, especialmente de leucócitos e plaquetas. Quando é realizada uma esplenectomia (remoção cirúrgica do baço), o corpo perde parte da sua capacidade de produzir anticorpos protetores e de remover bactérias indesejáveis do sangue. Consequentemente, a capacidade do corpo de combater as infecções é reduzida. Após um breve período, outros órgãos (principalmente o fígado) aumentam sua capacidade de combate às infecções para compensar essa perda e, por essa razão, o risco de infecção não dura toda a vida.

Nas mononucleoses sempre temos um comprometimento do baço.

O baço renova as células e pode implicar no desenvolvimento d SNC, pâncreas, pele, coração, sangue, testículos, timo, rins, fígado, pulmões, placenta, intestinos e língua.

Em 80% das disfunções do baço implica nas disfunções da artéria esplênica.

Hipofunção e hiperfunção

  • São os mesmos que se relacionem com o timo.
  • Nos problemas de imunidade, devemos pensar de forma global o timo, baço, amigdalas e sistema linfático.

Tratamento

– Normalização de sua artéria, principalmente a artéria esplênica

– Normalização e equilíbrio víscero-fascial do baço, seu parênquima e suas articulações

– Técnica de bombeio do baço

– T9/T10 e costelas inferiores, principalmente do lado E

– Normalização miofascial e estrutural destes lados

– O pâncreas e o estômago tem que ser tratados quando em disfunção

– A região do plexo solar para o tronco e o gânglio celíaco por sua contribuição nervosa.

– C4/C5 para o nervo frênico

– OM e cervicais altas devido ao nervo vago

– Uma disfunção de tireóide e suprarrenais pode originar uma disfunção imunológica.

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Normalização do Baço
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Liberação da artéria esplênica

Pâncreas

O pâncreas é uma glândula de aproximadamente 15 cm de extensão do sistema digestivo e endócrino dos seres humanos que se localiza atrás do estômago e entre o duodeno e o baço. O pâncreas está implicado em dois processos grandes: a glicemia e a digestão, ele é tanto exócrino (secretando suco pancreático, que contém enzimas digestivas) quanto endócrino (produzindo muitos hormônios importantes, como insulina, glucagon e somatostatina). Divide-se em cabeça, corpo e cauda. O pâncreas é um órgão produtor de enzimas, proteínas que aumentam a rapidez das transformações químicas.

O pâncreas endócrino secreta insulina e glucagon para controlar a glicemia e as gorduras de reserva.

A insulina diminuiu a glicemia e favorece a transformação do excesso de glucogênio armazenado nas gorduras.

O glucogênio aumenta a glicemia para evitar uma queda de açúcar muito importante. Ajuda também na fabricação de açúcar à partir de proteínas e das gorduras.

O pâncreas exócrino secreta o suco pancreático que contem enzimas para favorecer a digestão das proteínas, açúcares e das gorduras pelo canal de Wirsung junto com o conduto biliar no duodeno.

Seu equilíbrio tem grande importância sobre as supra renais e eventualmente na função ovárica e testicular.

As artérias que irrigam o pâncreas são as suprarrenais superiores da artéria frênica inferior.

O pâncreas segrega a insulina que une os receptores celulares e permite a entrada de glucosa nas células (para ser metabolizado em energia). Ele permite uma estabilização da glicemia,

Nas pessoas em que o pâncreas está em hipofunção, observamos um período de resistência a insulina.

O pâncreas continua segregando a insulina porem esta já não tem muito efeito sobre estes receptores: é o fenômeno de insensibilização ou resistência a insulina. Por tanto, a glucosa não penetrará mais nas células que se acumulam na circulação sanguínea. Ocorre assim o aumento da glicemia. Est aumento estimula a hipersecreção de insulina.

O metabolismo dos glúcidos se faz em diferentes etapas:

– Euglicemia

– Hipoglicemia

– Resistência a insulina com hiper insulinemia (síndrome X)

– Hiperglicemia

– Diabete tipo II

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Hipofunção

Em caso de hiperglicemia, o pâncreas não produz insulina suficiente ou existe a resistência a insulina

– Aumento do açúcar sanguíneo.

– Micção frequente, sede excessiva, aumento do apetite, cansaço, perda de resistência as infecções, pensamentos confusos, peso físico e psíquico, tensões escapulares, dores em ombro esquerdo, cefaleias, Com o tempo leva a lesões vasculares.

Hiperfunção

Em caso de hipoglicemia, o excesso de insulina dificulta a transformação do glucogênio do fígado em glucosa, resultando;

– Uma queda de glucosa no sangue e provoca a secreção pelas supra renais de adrenalina e glucocorticóides.

– Em consequência, se pode levar a uma hiperatividade simpática, má digestão, nervoso, taquicardias, mal estar com formigamentos nas extremidades e envolta dos lábios, sudoreses frias.

O pâncreas e a psique

– A hipoglucemia pode ser influenciada por: estresse elevado (psíquico, traumático, infeccioso, alérgico…) Durante o estresse há automaticamente uma liberação de glucosa no sangue que resultará numa queda de glicemia posteriormente através da insulina.

– Emocionalmente o pâncreas representa a capacidade de expressar o sentimentos e integrar o amor em nós mesmos e sentimentos oposto como a cólera. Como o açúcar esta relacionado com o amor, ternura e o afeto. A hipoglucemia pode se manifestar nas pessoas que se doam mais do que recebem. A diabetes inicialmente se associa com a tristeza interior e às vezes inconsciente.

– As disfunções pancreáticas afetam enormemente: a hipoglicemia = ansiedade e a hiperglicemia = depressão.

Namastê,

Edgar Martins

CONTINUA …

Fonte: http://www.portalosteopatia.com.br/osteopatia-nas-disfuncoes-glandulares/

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