Disfunções Glandulares e o Chacra do Plexo Solar

Hoje vamos falar do 3CHAKRA: O CHAKRA DO PLEXO SOLAR

  • Representa o pai, a energia, o fogo do corpo. É o que permite a assertividade, o poder pessoal, o ego.
  • Consiste o equilíbrio de todas nossas emoções positivas e negativas.
  • A abertura deste chakra permite a afirmação de nós mesmos, o respeito, o respeito dos outros, a capacidade de solucionar os problemas  de ser conscientes do nosso poder infinito..
  • Está conectado ao estômago, fígado, vesícula biliar e pâncreas.
  • É por ele que assimilamos a energia solar que nos nutre, entre outras coisas o corpo etérico que leva a vitalidade do nosso corpo  psíquico.
  • Sinais de equilíbrio: Espírito de síntese, compreensão – autonomia, bom equilíbrio, reflexos rápidos, não culpabilidade, boa digestão, paz interior, criatividade. Autoridade, Energia, Humor, Imortalidade, Poder pessoal e transformação.
  • Sinais de insuficiência: Falta de espontaneidade, culpabilidade, falta de coordenação, lentidão, irritabilidade, dificuldade de integração social, medo, ódio, problemas digestivos e raiva.
  • Sinais de excesso: desgaste precoce por excesso de iniciativa, anti conformismo, preocupações exageradas, instabilidade, cãibras, pirose estomacal, digestão dolorosa. Desejo de conquista, de dominação do outro.
  • Problemas associados: úlceras de estômago, desequilíbrio psíquico e físico, hipo ou hiperglicemia, abdômen dilatado, emagrecimento, roncos, cãibras estomacais, emoções bloqueadas.

Tratamento

– Normalizar a mobilidade do pâncreas no plano víscero-fascial e também a raiz do mesentério e o meso cólon transverso.

– Normalizar a motilidade do pâncreas

– Liberar suas relações: espasmo do duodeno, estômago, baço, Normalizar o plexo solar.

– Normalizar as supra renais.

– Normalizar as dorsais e as costelas principalmente T5 à T9

– Técnicas de estimulação para a hipofunção (hiperglicemia) ou inibição do SNS para a hiperfunção (hipoglicemia)

– Liberação e normalização da SEB , principalmente a sutura OM e os forame jugular.

– OAA

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Liberação da artéria hepática
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Técnica de pâncreas

Testículos e ovários

O testículo é a gônada sexual masculina dos animais sexuados produzindo as células de fecundação chamadas de espermatozóides(os gâmetas masculinos). Nos mamíferos ocorre aos pares e são protegidos fora do corpo por uma bolsa chamada escroto. Podem também ficar no interior do corpo de animais (geralmente os répteis ou os marinhos). Têm função de glândula produzindo hormôniosmasculinos. Sua função é homóloga a dos ovários das fêmeas.

Nos seres humanos, os testículos são suspensos pelos cordões espermáticos formados por vasos sanguíneos e linfáticos, nervos,músculo cremaster, epidídimo e canal deferente.

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Função

Assim como os ovários (aos quais os testículos são homólogos), os testículos são componentes dosistema reprodutor (sendo gônadas) e do sistema endócrino (sendo glândulas endócrinas). As funções dos testículos são as seguintes:

  • Produção de espermatozóides
  • Produção de hormônios sexuais masculinos, dos quais a testosterona é bem conhecido.

Ambas as funções dos testículos, formação de espermatozóides e função endócrina, estão sob o controle de hormônios gonadotróficos produzidos pela pituitária anterior:

  • Hormônio luteinizante (LH)
  • Hormônio folículo-estimulante (FSH)

Regulação do Sistema Reprodutor Masculino A regulação hormonal do homem é controlada pelo complexo hipotálamo-hipófise através das gonadoestimulinas. Fisiologia do Sistema Reprodutor Masculino Hipotálamo Hipófise Gonadoestimulinas – FSH (Folículoestimulina) – LH (Lúteoestimulina)

Regulação hormonal ao nível dos testículos A LH e a FSH são produzidas na hipófise e vão actuar ao nível dos testículos. A LH estimula a produção de testosterona. A FSH estimula a produção de espermatozóides. Fisiologia do Sistema Reprodutor Masculino ESPERMATOGÉNESE

Hormona Sexual Masculina TESTOSTERONA Fisiologia do Sistema Reprodutor Masculino É produzida nos testículos – Células de Leydig. Hormona responsável pelo desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários. Estimula a produção de espermatozóides.

Regulação hormonal ao nível dos testículos Mecanismos de retroacção : Aumento da produção de testosterona. Inibem o complexo hipotálamo- -hipófise. Baixa a produção de hormonas hipofisárias. FSH e LH Inibe os testículos. Baixa a produção de testosterona. Estimula o complexo hipotálamo- -hipófise. Aumenta a produção de hormonas hipofisárias. FSH e LH Estimulam os testículos. Fisiologia do Sistema Reprodutor Masculino

Fisiologia do Sistema Reprodutor Feminino Regulação do Sistema Reprodutor Feminino A regulação hormonal da mulher é controlada pelo complexo hipotálamo-hipófise através das gonadoestimulinas. Gonadoestimulinas – FSH (Folículoestimulina) – LH (Lúteoestimulina) Hipotálamo Hipófise

– FSH estimula a actividade folicular levando à produção de estrogénios. – LH estimula a formação do corpo amarelo levando à produção de estrogénios e de progesterona. Ovários É nos ovários que se formam os gâmetas femininos – Ovócitos . A produção dos gâmetas femininos inicia-se no 4.º mês de gestação. As células que vão formar os ovócitos já estão presentes na criança recém-nascida e fazem parte de estruturas denominadas folículos ováricos . Os folículos ováricos estão em repouso até à puberdade. Folículo Ovócito

Ciclo Sexual Feminino ( Ciclo Menstrual ) O ciclo sexual é um conjunto de processos cíclicos que compreendem alterações nos ovários e no útero de uma mulher em idade fértil. A duração de cada ciclo compreende o período de tempo que decorre desde o primeiro dia de menstruação até à véspera da menstruação seguinte. A duração é em média

de 28 dias, podendo variar segundo os indivíduos com a idade e com outros fatores, como o stress. Ciclo Ovárico Ciclo Uterino

Ciclo Ovárico O ciclo ovárico é caracterizado pela evolução de um folículo que ocorre em três fases: – Fase Folicular Ovulação Fase Luteínica Ovócito Corpo amarelo Corpo amarelo degenerado Zona cortical Zona medular

 – Fase Folicular – Ocorre durante 14 dias, antes da ovulação. Caracteriza-se pelo desenvolvimento folicular estimulado pela FSH. Apenas um folículo atinge a maturação, degenerando os restantes. Os folículos produzem Estrogénios. – Ovulação – Ocorre no 14.º dia, por aumento da LH. O folículo maduro rompe-se e dá-se a expulsão do ovócito, que entra na trompa de Falópio. – Fase Luteínica – Ocorre durante 14 dias, após a ovulação. A parede do ovário cicatriza e as células folículares transformam-se numa estrutura com um pigmento amarelo – corpo lúteo (corpo amarelo). A hormona LH promove o desenvolvimento do corpo amarelo e este produz hormonas – Estrogénios e Progesterona. Fase Folicular Ovulação Fase Luteínica Ciclo Ovárico

Ovócito Mede cerca de 0,15mm. Possui um citoplasma rico em substâncias de reserva que vão servir para a nutrição do embrião nos primeiros dias.

Ciclo Uterino O útero é um órgão de paredes musculares revestidas internamente por um tecido rico em vasos sanguíneos e em glândulas, que constitui a mucosa uterina ou endométrio . O endométrio experimenta uma série de transformações durante o ciclo, com o objectivo de criar condições para acolher o ovo ou zigoto. Fase Menstrual Fase Proliferativa Fase Secretora

Fase menstrual – Inicia-se por uma hemorragia devido a uma ruptura dos vasos sanguíneos, no decurso da qual a mucosa uterina se desagrega parcialmente. O sangue, juntamente com os restos de mucosa, formam um fluxo que dura cerca de 5 dias – menstruação . Fase Menstrual Ciclo Uterino

Fase Proliferativa – Tem a duração de cerca de 9 dias. O endométrio regenera e vasculariza até atingir cerca de 5 mm de espessura. Fase Proliferativa Fase Menstrual Ciclo Uterino

Fase Secretora – Tem a duração de cerca de 14 dias, nos quais as glândulas e os vasos sanguíneos desenvolvem-se, ficando o útero preparado para receber o novo ser, caso ocorra a fecundação. Se não ocorrer fecundação, inicia-se uma nova fase menstrual, iniciando-se outro ciclo. Fase Secretora Fase Proliferativa Fase Menstrual Ciclo Uterino

Disfunções

MASCULINAS:

  • Varicoceles
  • Infertilidades com oligozoospermia
  • Diminuição de testosterona
  • Dores escrotais e testiulares
  • Alterações funcionais da próstata
  • Alterações da bexiga urinária

FEMININAS:

  • Infertilidade com relação aos ovários e hipófise
  • Dismenorréias
  • Alterações do fluxo menstrual
  • TPM
  • Dispareunia
  • Vaginismo

2º CHAKRA – SACRAL OU UMBILICAL

Força e vitalidade física.

Qualidades Positivas: Assimilação de novas ideias, Dar e Receber, Desejo, Emoções, Mudanças, Prazer, Saúde e Tolerância.

Qualidades Negativas: Confusão, Ciúme, Impotência, Problemas da bexiga e Problemas Sexuais.

O segundo chacra (conhecido como Chacra esplênico, sacro ou do baço), relaciona-se com o poder criador da energia sexual. Quando esse chacra está enfraquecido indica distúrbios da sexualidade ou disfunções endócrinas. Quando excessivamente energizado, indica excesso de hormônios e sexualidade exacerbada.

Tratamento

– Normalizar SEB – Hipófise e epífise

– Liberar artéria carótida interna e vertebral (Polígono de Willis)

– Normalizar as disfunções de útero, ovário e testículos

– Liberar artéria testicular/ovárica

– Normalizar o sacro, L2/L3 quando em disfunção.

– Mobilidade e motilidade de útero, ovários e testículos

– TCS

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Liberação de artérias carótidas interna
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Liberação de artérias carótidas interna
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Liberação da artéria vertebral
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Normalização da Hipófise

Supra-renais

Nos mamíferos, as glândulas suprarrenais ou glândulas adrenais são glândulas endócrinas envolvidas por uma cápsula fibrosa e situadas acima dos rins. Nos humanos, a suprarrenal direita tem formato triangular, enquanto a esquerda tem a forma de meia-lua. São principalmente responsáveis pela liberação de hormônios em resposta ao stress através da síntese e liberação de hormonas corticosteroides, como o cortisol, e de catecolaminas, como a adrenalina (ou epinefrina). Estimulam a conversão de proteínas e gorduras em glicose, ao mesmo tempo que diminuem a captação de glicose pelas células, aumentando, assim, a utilização de gorduras.

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FUNÇÃO

As suprarrenais afetam o funcionamento dos rins através da secreção da aldosterona, um hormônio envolvido na regulação da osmolaridade do plasma sanguíneo.

A glândula adrenal (ou supra-renal) é dividida em córtex e medula, e cada uma dessas partes secreta hormônios. O córtex produz corticoesteroides, e a medula catecolaminas.

A parte mais externa (córtex) é subdividida em três camadas: glomerulosa, fasciculada e reticulada. A camada superficial é a glomerulosa, e ela libera mineralocorticoides, dos quais o mais importante é a aldosterona. Após a camada glomerulosa vem a fasciculada, que libera os glicocorticoides (o principal é o cortisol), que são responsáveis pelo metabolismo dos carboidratos, gorduras e proteínas no organismo. A última camada do córtex adrenal é a reticulada, que produz hormônios androgênios.

A liberação do ACTH (corticotropina) pela adeno-hipófise estimula a secreção dos glicocorticoides. A estimulação da aldosterona é feita pelos níveis de angiotensina II e de potássio sérico (se o potássio está elevado, a aldosterona elimina potássio e reabsorve sódio e água).

As catecolaminas (dopamina, noradrenalina e adrenalina) são produzidas na parte medular da glândula.

Em geral, as glândulas adrenais (supra-renais) tornam-se “exauridas” em conseqüência das constantes exigências que o organismo sofre quando se encontra sobrecarregado e estressado. A exaustão adrenal pode fazer com que uma pessoa se sinta “estressada”, cansada, desvitalizada e fique propensa a alergias; enquanto a excessiva atividade adrenal predispõe à ansiedade, à hipertensão arterial, à depressão, à elevação da quantidade do açúcar ou glicose no sangue (hiperglicemia) e ao aumento da quantidade de colesterol (hipercolesterolemia).

A fadiga adrenal é um distúrbio (doença) que, geralmente, manifesta-se após períodos prolongados de estresse físico ou mental ou pela insistência da pessoa em trabalhar até a exaustão, sem intervalos para descanso, lazer e relaxamento. O hábito de dormir tarde também pode contribuir para sobrecarregar e exaurir as glândulas adrenais. Alguns sintomas e sinais: alergias, fraqueza muscular, fadiga crônica, prisão de ventre, diarréia, queda da pressão arterial ao se levantar, etc. O tratamento inclui: repouso, dormir cedo, relaxamento, lazer, atividade física moderada e balanceada, modificação dos hábitos alimentares e o uso, sob orientação terapêutica, de um complexo polivitamínico, polimineral e de aminoácidos. A atrofia ou a contração do córtex adrenal é um efeito adverso muito comum ao estresse.

Hiperfunção

Quando as supra-renais funcionam demasiadamente, leva a alguns tipos de problemas de sobrevivência em função do hormônio afetado:

Influência dos corticóides:

– Rosto inchados, mais arredondados.

– Bochechas vermelhas e manchadas

– Aumento de depósito de gorduras (aterosclerose)

– Atrofia muscular

– Retardo no crescimento, osteoporoses principalmente ao nível vertebral por diminuição da absorção de  Ca e de vitamina K.

– Fragilidade capilar

– Risco de diabetes e HÁ

– Supressão de hormônios andrógenos.

Excesso de androgênico

– Aumento das acnes, como na adolescência onde o crescimento consume muito zinco e cobre, os quais são consumidos rapidamente quando temos estresse.

– Crescimento de pelos na face e o corpo feminino tem tendência a se masculinizar.

– Os homens ficam mais agressivos

Excesso de aldosterona

– Retenção de água e sódio

– Cãibras

– Formigamento das extremidades

– Tetânia pela alcalinidade do sangue. Precisamos corrigir a ação do paratohormônio que acidifica o sangue e reabsorve o sangue

Excitação da medula supra-renal

– Em seguida a reação é um excesso de adrenalina que leva a hipertensão e a aceleração do ritmo. Resposta de luta ou fuga.

– São pessoas que não dominam o estresse facilmente. Este excesso provoca uma secreção de outros hormônios.

– Nos músculos teríamos espasmos e tensões musculares na região das supra-renais.

Hipofunção

Num estresse crônico, leva a um círculo vicioso gerando ansiedade e a tendências das supra-renais a se esgotarem.

– Dificuldade para levantar-se de manhã antes das 10:00 hs e sono após as 16:00 hs. Melhora após o jantar

– Cansaço que não se repara com o sono

– Desejo de alimentos salgados

– Letargia, tudo parece um esforço enorme.

– Náuseas nas mudanças ortostáticas

– Ligeira depressão

– Diminuição das sensações de prazer e alegria

– Aumento de TPM

– Diminuição da produtividade, concentração, pensamentos confusos, perda de foco, dificuldade para tomar decisões.

– Perda de memória.

Causas

  • Depressão, ansiedade, medos, agressividade, culpabilidade.
  • Trabalho extra ou tensões físicas e/ou emocionais, atitudes negativas.
  • Exercícios excessivos, falta de sono
  • Cirurgias e traumas
  • Inflamações e/ou dores e /ou cansaço crônico
  • Mal absorção e/ou indigestão.
  • Exposição as toxinas industriais e/ou ambientais
  • Enfermidades crônicas, alergias crônicas e severas
  • Deficiências nutricionais, excesso de cafeína, fumantes
  • Crianças nascidas de mãe com deficiência de supra-renais, tem tendência a ter mais alterações de supra-renais e a infecções respiratórias.

1º CHAKRA – RAIZ

Funções: Traz vitalidade para o corpo físico.

Qualidades Positivas: Coragem, Estabilidade. Individualidade, Paciência, Saúde, Sucesso e Segurança.

Qualidades Negativas: Insegurança, Raiva, Tensão e Violência.

O primeiro chacra (conhecido como Chacra Base ou Raiz), situado na base da espinha dorsal, é responsável pela energização geral do organismo, e por ele penetram as energias cósmicas mais sutis, que a seguir são distribuídas pelo corpo. Quando esse chacra é estimulado, propicia uma boa captação energética..

Tratamento

– Diafragma e suas relações

– Psoas

– Plexo solar

– Fígado/rins

– Trabalho miofascial específico da glândula

– Normalização de T8-T12., que podem levar a uma simpaticotonia para as glândulas e também ser uma hipo atividade da supra-renal.

– Técnica de estimulação ou inibição das 9ª à 12ª costelas

– Artérias

– Pontos reflexos de Chapman das supra-renais

– Eixo hipófise-hipotalâmico

– Regularizar o sistema simpático ou parassimpático.

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Técnicas de supra-renais
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Liberação das artérias renais/supra-renais/frênicas
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Técnica de rins

Namastê,

Edgar Martins

Fonte: http://www.portalosteopatia.com.br/osteopatia-nas-disfuncoes-glandulares/

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