QUANDO TENTAMOS PARAR O FLUXO

Quando reprimimos algum impulso ou vontade intensa por meio da nossa força mental, apenas por receio das consequências negativas da consumação dessas ações, criamos uma cristalização que fica impregnada em nosso campo energético. Muitas vezes, deixamos de fazer algo apenas por um imperativo externo; para corresponder a uma exigência moral, expectativa alheia ou condição social, e acreditamos que essa supressão não nos causará nenhum mal além do momentâneo desconforto de não se fazer o que se queria.

Essas repressões, sucessivas ou esporádicas, trazem por si só uma inevitável repercussão negativa para o indivíduo, que vai acumulando uma energia suprimida dentro de si. Essa perspectiva retira o conveniente conforto das pessoas que acreditam que existe uma distância enorme entre o querer e o fazer. Mas não há. No Universo quântico-vibracional, não há nenhuma diferença prática entre eles. Reprimir um querer, portanto, é tão – ou mais – pernicioso quanto satisfazê-lo.

Se não nos mantivermos em profunda auto-observação ao longo do dia, vários impulsos inoportunos se oferecem ao nosso fazer e, ao reprimi-los, criam-se nódulos energéticos de repressão que vão se acumulando dentro de nós. Muitos alimentam a ilusão de que, ao não fazer algo, nada de ruim aconteceu. Mas a raiva, a atitude, a inveja ou o desejo que não foram externados, foram criados no campo energético. Portanto, repercutem da mesma forma em quem os alimentou.

O despertar da consciência superior não passa pela repressão. O desafio diário que se oferece é não precisar reprimir determinado impulso ou vontade, pois eles foram transmutados antes de se depositarem dentro do indivíduo. Isso evita a criação de um pântano de vontades reprimidas que vão se acumulando dentro daquela pessoa e que, cedo ou tarde, virão à tona como uma tempestade ou explosão. A energia presa sempre contraria o seu fluxo natural.

Guardar tantas inibições dentro de si, tão somente pelo medo das consequências que a satisfação delas traria, é uma escolha perigosa. Em vez de obrigar essas vontades indesejáveis a ficarem na escuridão, pode-se jogar luz sobre elas, evitando assim o ciclo interminável de repressões. 

Esses acúmulos de repressão nos engessam construindo dessa forma vários bloqueios, nos deixando diante de uma cortina de crenças e condicionamento que nos faz prisioneiros de nós mesmos.

Muita Luz,

Edgar Martins

Fonte: https://www.facebook.com/xamanismoseteraios/?tn=kC-R&eid=ARC1J8pqk9HR8_a31ufCPNJU5rwVsxbybhrcrnzQzJN4dcg1B8FqIgYOwfLIx8m2Sa1xvwBSDGW8Qt_g&hc_ref=ARSbHru4Fse-eBS2XCzV6WTPADldL8jtyjVHGl8e7JpKl8FvqRe_zr-U_A1hrVQ3tJ0&fref=nf&xts%5B0%5D=68.ARAO8JrN2jBovMJRGd4H6h7Co2x8vJOaW_4vzcwUDlZghbP8GCQ-bwEH5X87MpD-8bgOp6keIF3RYC_xiJvWV6WSPq-C_cnlxNvgC-XXBxxxIq8WGOknVjvZc8aIUiF8OJkj3Wphf1gr0hWY8ReFQLbpBwnWjG5kdMMdA3ubZtA68F_Erjf6r4YOh6DZkbaUCp0KlPG0XL2bRmzEjfq6X0WWuiJlAYi1R7LBaKmISGo3KmiRgSzr9qMyiRywjzCFExxeZbhMrapfvfpjEtC7HKH8lazu7RdYXG8wEoPV0Z__KEtexS-SVJVXHsvGmr2eWG-iCrpZdexBbyaIeEF2yyQ

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